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Os empreendedores do Programa Vivenda, um negócio de impacto social destinado a tornar reformas estruturais acessíveis para moradores de favelas, contrataram a Din4mo para liderar um processo de captação no Broota, plataforma de equity crowdfunding. Iniciada na segunda quinzena de dezembro de 2015 e ainda em aberto, a captação já chegou a R$ 310 mil e obteve uma reserva de investimentos correspondente a 135% desse valor.
"Consideramos muito acertada a decisão de fazermos nossa primeira rodada de investimento via equity crowdfunding, primeiro pelo fato de que há uma grande falta de opções de mecanismos de investimento para startups que buscam valores em torno de R$ 300 mil a R$ 800 mil", afirma Fernando Assad, empreendedor do Vivenda. Segundo ele, esse valor tende a estar acima do que os anjos costumam aportar e abaixo do que os fundos de investimento consideram atrativo.
Por sua vez, essa é a faixa mais aderente ao equity crowdfunding. O segundo ponto, enumera Assad, é que a Vivenda aumentou a diversidade de investidores. "Dado que muitos deles costumam se engajar não só financeiramente, ampliamos consideravelmente nossa rede de apoiadores."
A Din4mo também concluiu o processo de captação de mais de R$ 500 mil para o Impact Hub São Paulo, espaço de coworking que integra uma rede global que está presente em mais de 80 cidades. "A estratégia beneficiou o Impact Hub São Paulo não só na atração de capital para o negócio, mas expandindo a rede de pessoas engajadas no negócio e dispostas a colaborarem com a iniciativa como futuros sócios do negócio", diz Henrique Bussacos, cofundador do Impact Hub.
Marco Gorini, sócio-diretor da Din4mo e líder da captação, ressalta que a empresa reúne grande experiência em negócios em geral e em negócios de impacto em especial, com destaque para os setores de educação, saúde, inclusão financeira e habitação. "Na prática, lideramos o sindicato por meio de uma presença direta e próxima dos sócios da Din4mo ao time empreendedor, estruturando a operação e interagindo com investidores. Dessa forma, reduzimos o risco do negócio e ampliamos as oportunidades de êxito, monetização e impacto", detalha Gorini.
http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2016/10/cadernos/empresas_e_negocios/524344-audiencia-publica-precede-regulamentacao-do-equity-crowdfunding.html

Fonte: Jornal do Comércio - Empresas & Negócios de 17/10/2016

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