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O argumento a favor do ensino adaptativo parece convincente. Trata-se de utilizar tecnologia para que cada estudante avance no seu próprio ritmo.  Afinal, o professor sempre enfrenta um dilema a cada nova turma: puxar o grupo no ritmo dos mais adiantados ou ir mais devagar, de modo a dar mais chances aos que têm mais dificuldades?

Em geral, o profissional acaba se orientando pela média do grupo, seguindo nem ir muito rápido, nem devagar demais. E essa estratégia tem sido utilizada a séculos. Porém, quando o grupo é muito heterogêneo (como em muitas escolas públicas), o risco é grande: acabamos por desestimular os com melhor desempenho, sem engajar os que experimentam situações de atraso.

Isso significa que, se factível, o ensino adaptativo pode revolucionar o processo de aprendizagem. Mas, como sempre, um professor engajado e motivado terá que ser parte integrante do processo. De fato, análises recentes indicam que – também no caso do ensino adaptativo – é o professor quem vai fazer a diferença. Vale a pena conferir o artigo do NYT a respeito.

NYTimes: Reaching Math Students One by One

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